Hoje eu acordei numa casa diferente, num quarto diferente, sem nenhuma muleta, sem nenhuma maquiagem, meus amigos estão ocupados, meus pais não podem sofrer por mim. Hoje eu acordei sem nada no estômago, sem nada no coração, sem ter para onde correr, sem colo, sem peito, sem ter onde encostar, sem ter quem culpar. Hoje eu acordei sem ter quem amar, mas aí eu olhei no espelho e vi, pela primeira vez na vida, a única pessoa que pode realmente me fazer feliz. Tati Bernardi
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" Quando ele liga e ouço aquela voz, eu sei que aquela é a voz que minha alma precisava. Quando ele sorri desarmado, limitado e impotente, para todas as minhas dúvidas, inconstâncias e chatices, eu sei que é daquele sorriso que minha alma precisava.
— Tati Bernardi. (via d-i-z-e-r-e-s)


" Sei lá… Vai que um dia desses a sorte bate e eu te esqueço.
Ana F  (via subordinada)


1 month ago · 3,667 notes · reblog
originally salt-waterroom · via aroma-de-rosa


1 month ago · 322 notes · reblog
originally calzona · via calzonasanatomy
" Dizia “ponto final”. Mas começava tudo de novo.
Duda Medeiros   (via m-alici0sa)


1 month ago · 23,975 notes · reblog
originally lamour-et-blablabla · via doce-recomeco


1 month ago · 9,396 notes · reblog
originally justherguy · via nee-d
" O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara incolor. A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. A peruca virou aplique… interlace… megahair… alongamento. A escova virou chapinha. ‘Problemas de moça’ viraram TPM. Confete virou MMs. A crise de nervos virou estresse. A purpurina virou gliter. A tanga virou fio dental. E o fio dental virou anti-séptico bucal. Ninguém mais vê: O à-la-carte porque virou self-service. A tristeza agora é depressão. O espaguete virou miojo pronto. A paquera virou pegação. A gafieira virou dança de salão. O que era praça virou shopping. A areia virou ringue. O LP virou CD. A fita de vídeo é DVD. O CD já é MP3. É um filho onde eram seis. O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail. O namoro agora é virtual. A cantada virou torpedo. E do ‘não’ não se tem medo. O break virou street. O samba, pagode. O carnaval de rua virou Sapucaí. O folclore brasileiro, halloween. O piano agora é teclado, também. O forró de sanfona ficou eletrônico. Fortificante não é mais Biotônico. Polícia e ladrão virou Counter Strike. Fauna e flora a desaparecer. Lobato virou Paulo Coelho. Caetano virou um pentelho. Elis ressuscitou em Maria Rita. Raul e Renato. Cássia e Cazuza. Lennon e Elvis. A AIDS virou gripe. A bala antes encontrada agora é perdida. A violência está maldita. A maconha é calmante. O professor é agora o facilitador. As lições já não importam mais. A guerra superou a paz. E a sociedade ficou incapaz. De tudo. Inclusive de notar essas diferenças.
Luís Fernando Verissímo     (via desordeiro)


1 month ago · 17,942 notes · reblog
originally cetamourenmoi · via vestigios-poeticos
" Porque amor é justamente isso. É ficar inseguro, é ter aquele medo de perder a pessoa todo dia, é ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado, em algo que você não tem mais controle.
Fabrício Carpinejar   (via historiar)


1 month ago · 27,375 notes · reblog
originally d-o-c-e · via pequenadacaixa

desventurad-a:

Tantas palavras para proferir e todas presas na minha garganta, feito um nó sem escrúpulos. Algo constrangedor e ao mesmo tempo aterrorizante, você grita mais ninguém te escuta, seus olhos parecem trasbordar em lágrimas, seus sorrisos se encontram extintos, tampouco a felicidade se exibe. Meus olhos obscuros, com uma escuridão de dá medo, já haviam perdido o brilho e a intensidade. Encontro-me exaurida de todas essas minhas psicoses banais que fazem exacerbar o ego e corromper qualquer felicidade que ouse aproximar-se. Dilemas guardados, presos em meu coração, jamais foram ditos ou expostos, meus olhos cansados já não se deságuam em lágrimas. É como se o meu corpo já estivesse viciada na própria dor, e eu estou me perdendo em meio a toda ilusão que criei pra si mesma, achei que poderia fugir da realidade, mas acabei me perdendo um pouco mais. Ando em passos leves, pés que um dia correram, hoje por medo, são comparados a lesmas, andam se rastejado e aos poucos se aprofundando em mágoas. Preciso livrar-me de toda essa nostalgia que faz com que minhas lágrimas sejam repentinas. Estou exaurida dessas minhas notórias exacerbadas, desses meus dilemas banais, sem conclusões, sem equação alguma. Estou cansada dessas minhas notórias forjadas e mal interpretadas, das minhas escritas rotineiras, mal encaixas e elaboradas. Preciso de algo novo, que cause a mim sorrisos cravados, que não se apaguem com um tempo, que eles possam permanecer. Preciso deixar de escrever sempre as mesmas histórias fascistas, que de algum modo chegam a ser monótonas. Preciso livrar-me dessas banalidades fúteis, que me amedrontam e impedem com que eu possa seguir em frente. Nesse teatro da vida, onde somos protagonistas e reféns das nossas próprias ilusões, criadas para tentar fugir um pouco da realidade cruel que nos inquieta e nos fazem perceber o quão vulneráveis somos a ela. Deixando rastros de lágrimas encardidas em nosso rosto, cravando cicatrizes arrebatadoras em nosso coração, inacabáveis. A espreita do medo gritava pelos corredores desse corpo vazio e sem vida, encontro-me perdida entre essa batalha que dentro de mim começa a florescer, desmancho-me em lágrimas, tentando limpar minha alma rasgada pelas psicoses banais da vida. Juntei então, essas minhas lágrimas desinibidas e joguei-as em meio ao relento, esquecendo-me dessas dores mal interpretadas que causava noites amargas e contraditórias, permiti-me que mais uma vez sorrisse com a mesma lírica e prosseguisse em frente, como quem busca a felicidade sem cessar”. __Amedr0ntada.



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originally pequenadacaixa · via culpeachuva
" E o sol me ensinou, moço:
o que brilha também queima.
— Céu.  (via aluguefelicidade)


2 months ago · 8,263 notes · reblog
originally c-e-u · via antiga-mente

mentes-expostas:

Possuíamos uma mania incontrolável de dizer que estamos bem, acima de tudo, e que podemos esquecer aquilo que nos magoou facilmente. Não é tão simples passar a borracha por cima de tudo e seguir em frente, como se nada tivesse ocorrido. O tempo cura; isso é pura mentira. Não cura nada. Com o passar do tempo, você ainda continua com o número do teu amor na lista telefônica do teu celular, com todas as cartas recebidas dentro de um baú. Com todas as mensagens no celular, com o perfume pela casa e o pior, a imagem e as lembranças ainda continuam em teu pensamento; grudado em sua mente. Acabou-se o que era doce; porém você continua alimentando ilusões de coisas que jamais irão ocorrer. E isso machuca, e se machuca. Machuca perceber que certas coisas são quase impossíveis, mas temos tendência para iludir-nos. Temos inúmeras cicatrizes incuráveis dentro de nós, nunca vão mudar, melhorar. Sempre estarão presentes dentro de nossa mente. Pessoas fazem um incrível vai e vem dentro de você, algumas ficam, outras se vão. Mas as lembranças, elas permanecem para sempre em nossa memória. Não adianta tentar esquecer, no fundo você sempre vai lembrar, mesmo negando. O tempo muda. Nós mudamos. Mas certas coisas nunca vão mudar, como nossa incrivel mania de guardar tudo, bem lá no fundo.” Larissa Nunes e Nathália (mentes-expostas)



2 months ago · 56 notes · reblog
originally mentes-expostas · via mentes-expostas